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WORKSHOP: ANDRÉ LIOHN e THOMAS ROMA


Entre os dias 12 e 16 de outubro, o Fluxo estará aberto para um workshop com dois grandes nomes da fotografia contemporânea. André Liohn e Thomas Roma

Montagem da exposição Revogo, de André Liohn

O curso acontece em paralelo à mostra REVOGO, que estará em cartaz a partir do dia 10 de outubro no Instituto Caixa Cultural de São Paulo. A mostra reunirá imagens de André Liohn sob curadoria de Thomas Roma. O resultado de 3 anos de trabalho de Liohn pelo Brasil, buscando revogar (daí o nome da exposição) noções pré-estabelecidas sobre a violência e suas causas no Brasil. 

Por 5 dias, ambos vão passar as manhãs conversando e encorajando alunos a explorar fotograficamente a vida cotidiana de São Paulo. O tema do workshop é “Linguagem Fotográfica e Fotografia Intuitiva”.
 


O eixo básico do encontro é focado na importância do desenvolvimento de uma linguagem pessoal, refletir a fotografia, questionar conceitos ortodoxos do ato de fotografar e se auto desafiar. Nas palavras de André Liohn, “seja qual for o contexto da pauta, as experiências pessoais criam histórias reais de vida e influenciam o resultado do trabalho, e isso será sempre objeto de discussão."

Durante o workshop cada fotógrafo participante receberá um tema que será discutido, desenvolvido e realizado. Antecedendo a parte prática acontecem reuniões diárias para troca de informações, ideias e compartilhamento de planos para o desenvolvimento de cada projeto.

Mais informações pelo evento no Facebook: 
https://www.facebook.com/events/849279591792193/

Ou pergunte como fazer sua inscrição pelo formulário abaixo. Vá depressa. Há poucas vagas!

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Os professores

THOMAS ROMA (curador da Mostra REVOGO) é um fotógrafo americano que trabalhou quase exclusivamente desde 1974 explorando os bairros e instituições do seu Brooklyn natal, fotografando cenas de igrejas, metrôs e vida cotidiana.

Roma é atualmente Professor de artes na Universidade de Columbia e Diretor do Departamento de Fotografia, que ele fundou. Ele também já ensinou fotografia na Universidade de Yale, Universidade de Fordham e The Cooper Union. Thomas foi premiado com duas bolsas Guggenheim e seu trabalho e já teve seu trabalho mostrado no Museu de Arte Moderna e no Centro Internacional de Fotografia, em Nova York.

Suas fotos são destaque em inúmeras coleções, incluindo o Museu de Arte Moderna, o Museu de Arte Moderna de San Francisco, do Instituto de Arte de Chicago, o County Museum of Art de Los Angeles e o Canadian Centre for Architecture, em Montreal.

ANDRÉ LIOHN

Ele é considerado um dos representantes da vanguarda do fotojornalismo de conflitos produzindo reportagens para as principais publicações nacionais e internacionais como O Estado de São Paulo, Revista VEJA, Der Spiegel, L’Espresso, Time, The New York Times, Newsweek, Le Monde e outros.
 


Liohn viveu em Botucatu durante sua infância e adolescência mudando-se para a cidade norueguesa de Trondheim no início de sua vida adulta.

Começou a fotografar com a idade de 30 e ainda em seus primeiros anos na fotografia, conheceu o fotógrafo checo Antonin Kratochvil, que viria se tornar seu amigo pessoal e mentor, influenciando fortemente seu trabalho e seus pontos de vista sobre a fotografia.

Em 2011 Liohn tornou-se o primeiro fotojornalista Latino Americano a receber o prestigiado Robert Capa Gold Medal pelo Overseas Press Club por seu trabalho sobre a Guerra Civil da Líbia, o mesmo trabalho ganhou grande repercussão e reconhecimento entre outros os honrosos Prêmio Bayeux-Calvados Des Correspondants de Guerre, Photographer of the Year e Webby Awards.

Também em 2011, juntou forças com Comitê Internacional da Cruz Vermelha com
base em Genebra para produzir a mostra “assistência à Saúde em Perigo no
olhar de André Liohn” que foi apresentada com grande sucesso em Genebra,
Nova York, Roma e Brasília.

Em 2012, com colegas fotógrafos Christopher Morris, Jehad Nga, Bryan Denton, Lynsey Addario, Eric Bouvet e Finbarr O’Reilly, Liohn criou e encabeçou o projeto “Almost Dawn in Libya” - Quase Amanhecer na Líbia, produzindo quatro exposições fotográficas nas principais cidades líbias de Tripoli, Benghazi, Misurata e Zintan. O projeto ganhou grande cobertura da mídia e foi produzida em parceria com o escritório das Nações Unidas para desarmamento e remoção de minas e explosivos e com organizações como International Medical Corps e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. A proposta do projeto foi a de usar o fotojornalismo como uma possível ponte para a reconciliação na Líbia após a guerra civil. As exposições foram curadas pela curadora italiana Annalisa D’Angelo e fotógrafo Paolo Pellegrin.

Earlier Event: September 27
Rádio Radical apresenta: ESCUTCHATORIO
Later Event: October 22
CINE FAROL apresenta: SAL DA TERRA