"Estamos vivendo a fragilização da política"

Três semanas após o registro da Rede Sustentabilidade como partido, e no dia da última reforma ministerial apresentada pelo Planalto, Marina Silva falou ao Fluxo.

Uma conversa para tratar de temas e posições além da pauta do dia, dos episódios específicos da crise e tentar refletir sobre processos e dilemas mais estruturais em torno das instituições e da deterioração e das limitações da política como forma de transformar o mundo.

O encontro aconteceu no Parque Olhos D'Água, em Brasília, dia 2/10/15.

Apresentação de Bruno Torturra.
Câmeras de Fernanda Ligabue e Maninho Ferreira.
Direção e produção de Susana Jeha.
Produção de Maria Shirts.

PARTE 1 - Melhor ter perdido a eleição?

Marina discute o impacto da campanha de 2014 no atual ambiente político nacional,  de como esse processo ajudou a criar as condições para a crise política que encurrala o governo Dilma. 
Comenta sobre sua decisão de concorrer como vice presidente de Eduardo Campos e de assumir a cabeça da chapa após o acidente que provocou a morte do candidato do PSB.

PARTE 2 - E O PÓS PRÉ-SAL?

Nesse trecho Marina Silva fala a dificuldade de assumir a cabeça da chapa nas eleições de 2014. Sobre estagnação política.  E sobre como o debate em torno do Pré-Sal e do uso de combustíveis fósseis afetou sua campanha e o debate no país. E sobre a dificuldade em transformar o ambientalismo em pauta central na política.
 

PARTE 3 - CAPITALISMO, O COLAPSO E O QUE DEUS TEM A VER COM ISSO?

Nesse trecho Marina Silva fala sobre a fraqueza da política como forma de mudar a estrutura da sociedade. Sobre o capitalismo como a real força que molda a política. E como os valores que definem a identidade humana se conecta com o problema político. E discute a pertinência - ou a obsolescência - da religião e dos mitos que fundaram nossa cultura. 

 

parte 4 - A REDE, AS ELEIÇÕES MUNICIPAIS E 2018

Marina Silva fala sobre os planos da Rede Sustentabilidade para as eleições municipais de 2016. E de seus planos para a sucessão federal em 2018.