Feridas de Junho. Quelóides de Outubro

Feridas de Junho. Quelóides de Outubro

O decreto de Dilma, ao lado de Pezão e Paes, mantendo o exército na Maré pode parecer pequeno perto da corrida para o Planalto. Para mim não é. Como não é mero detalhe ver tanta gente que viveu, sofreu e viu a barbárie de Estado esquecendo que polícia, a liberdade de manifestação, os direitos humanos foram, senão o estopim, o combustível para o transe político de 2013. E que deveriam estar no topo das prioridades eleitorais desse ano

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